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Deguste

O quadro apresenta uma prova, ou melhor, uma prévia de obras literárias. As resenhas abertas para sugestões. Por isso, se você gosta muito de uma obra, acha interessante e deseja que outros degustem a história, pode enviar uma mensagem para o e-mail: folhavolante@hotmail.com.

Confira os livros já publicados no Deguste:

Manhã, tarde e noite – Sidney Sheldon – Para começar o novo – e primeiro – quadro do Folha Volante, escolhi a obra que tem sido meu livro de cabeceira nos últimos tempos, principalmente por ser escrita por um autor que sou simplesmente fascinada, Sidney Sheldon. Publicado em 1995, Manhã, Tarde e Noite é o décimo quarto livro do escritor e, assim como em seus demais trabalhos, retrata um ambiente de mistério, suspense e sensualidade que somente Sheldon sabia descrever. Leia Mais

As vantagens de ser invisível – A história, lançada em 1999, é contada por Charlie, aliás, escrita por ele. O livro é uma espécie de uma coletânea de várias cartas do garoto. Em determinados momentos, nos passa até a sensação de serem textos para um diário. De qualquer modo, a narrativa se baseia nos “diálogos” do adolescente que, a princípio, se mostra tímido e um tanto depressivo após descobrir que seu grande amigo Michael cometeu suicídio. Leia Mais

Cículo Secreto – A iniciação – Este é o primeiro livro da mais nova série da escritora estadunidense Lise Jane Smith, L. J Smith, conhecida pela famosa série de livros – e televisiva – The Vampire Diaries(Diários do Vampiro). Assim como este, Círculo Secreto também ganhou, recentemente, um a versão televisiva, The Secret Circle, exibida aqui no Brasil pela Warner Channel. Leia Mais

Rosa Vegetal de Sangue – Rosa, uma jovem de 20 anos que se vê obrigada a trabalhar como recepcionista do Jornal Diário para ajudar nas despesas de casa depois que o pai sofre um infarte e precisa se aposentar antes do tempo. No entanto, a situação dela muda quando conhece o jornalista Lobianco, comentarista de notícias internacionais do Jornal Diário. Leia Mais

A invenção de Hugo Cabret – Rico em gravuras. Eis a primeira característica que desperta atenção assim que o leitor entra em contato com as primeiras páginas do livro. Sim, é uma literatura infantil ou infanto-juvenil, por isso também as gravuras. No entanto, elas são elementos fundamentais na história. Leia Mais

A ilha perdida – O livro conta a inusitada aventura dos irmãos Henrique e Eduardo durante suas férias de final de ano. Os garotos haviam acabado de chegar na fazenda de seus padrinhos e, junto com seus primos mais velhos Oscar e Quico, resolvem explorar o local. Em meio a brincadeira, por cima das copas das árvores, eles avistam uma ilha, que as pessoas costumam chamar de “A ilha perdida”. Leia Mais

On the road – O fato de Pé na estrada ser considerado uma obra-prima está intimamente ligado à Geração Beat.  Aliás, o livro é considerado a bíblia da Geração Beat, o próprio manifesto Beat. Por que? A história de Sal Paradise, que caí na estrada para encontrar seu antigo amigo Dean Moriarty, pode parecer simples a princípio, porém, no decorrer da narração, percebe-se que ela sintetiza toda a ideologia que fundamentou o movimento defendido pelos jovens na década de 60 (que culminou, bem mais a frente, no movimento Hippie). Leia Mais

Tequila Vermelha – Falar de Rick Riordan imediatamente nos remete a Mitologia Grega e, consequentemente, Percy Jackson. Não é à toa, já que este é o protagonista da sua série de maior sucesso: Percy Jackson e os Olimpianos. Acontece que nem só de mitos e lendas vive este escritor. Por isso, no Deguste desta quarta-feira, resolvi tratar sobre Tequila Vermelha, o primeiro livro de uma série de oito publicações de Riordan. Leia Mais

A Sombra do Vento – Quando pego em um livro a minha primeira reação é conferir a contracapa. Quando ganhei A sombra do Vento da minha amiga Marília Pedroza não foi diferente. Conferi a breve sinopse e uma frase me chamou bastante atenção. Ao final do texto, o livro é definido como “uma obra sedutora”. Achei pretensioso, porém, sedutor é o adjetivo perfeito. Leia Mais

Maze Runner – Correr ou Morrer – Foram quatro dias e 426 páginas de tirar o fôlego. Correr ou Morrer é um daqueles livros que te prende desde o início e que você não consegue largá-o até chegar na última página.  E essa é, ao meu ver, a principal qualidade do texto de Dashner. A cada final de capítulo, o escritor estadunidense deixa um gancho para o leitor, que seguirá para a próxima página, mesmo que precise largar o livro por um instante. Leia Mais

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